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Educação Moral e Religiosa Católica

Secretariado Diocesano do Ensino da Igreja nas Escolas - Porto

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Encontros EMRC 2020

  • Publicado em segunda-feira, 09 março 2020 18:22
  • Escrito por SDEIE
  • Acessos: 313

ENCONTROS EMRC 2020

 

Caros professores:

 

Serve a presente comunicação, para dar conhecimento das decisões que nos vimos obrigados a tomar, em função, do estado atual de prevenção da saúde pública e, desde já, agradecemos a vossa compreensão para este assunto. Estamos certos de que cada professor(a) saberá encontrar a melhor forma para informar e cuidar dos seus alunos relativamente a estas questões.

 

1. Atendendo às informações e orientações emanadas pela Direção-Geral de Saúde (DGS) e ao estado de gradual agravamento da situação epidémica provocada pela COVID-19 (Coronavírus) em vários pontos do país, decidiu o Secretariado Nacional de Educação Cristã (SNEC) pelo cancelamento do Encontro Nacional de EMRC do Secundário (ENES), neste ano 2020.

 

2. Em relação ao XVIII Encontro de EMRC Porto, agendado para 15 de maio, e Encontro Nacional de alunos do 1º ciclo, datado para o dia 22 de maio, mantêm-se, por agora e para ambos, a possibilidade da sua realização. Oportunamente, enviaremos mais informações.

 

Continuaremos a acompanhar atentamente as informações/orientações disponibilizadas pela DGS.

Reiteramos o apelo à calma e serenidade, nos comportamentos a adotar. 

Precisamos de uma sociedade atenta, mas não alarmada.

Em relação às nossas atividades, mantemos a vontade e o empenho.

 

tela palco emrc maquete

O Valor da Vida

  • Publicado em segunda-feira, 10 fevereiro 2020 19:11
  • Escrito por SDEIE
  • Acessos: 356

Dez razões civis contra a eutanásia:

 

Nenhuma vida vale mais que outra!

 

 

 

1. A vida tem, desde o seu princípio ao seu fim natural, a mesma dignidade absoluta que deve ser salvaguardada e protegida. Os grandes textos civis e sagrados, médicos e filosóficos que são a matriz das nossas sociedades, e formam a nossa consciência moral, recordam-no incessantemente. Ir contra o primado da vida é atentar contra a humanidade de todos os seres humanos.

 

2. Não é o primado da vida que tem de estar sujeito às circunstâncias (económicas, políticas, culturais, etc.) de cada tempo, mas sim as circunstâncias que devem estar ao serviço incondicional do primado da vida. A verdadeira missão que compete à política é o suporte infatigável à vida.

 

3. Nenhuma vida vale mais do que outra. Nenhuma vida vale menos. A vida dos fracos vale tanto como a dos fortes. A vida dos pobres vale o mesmo que a dos poderosos. A vida dos doentes tem um valor idêntico à vida dos saudáveis. Passar a ideia de que há vidas que, em determinadas situações, podem valer menos do que outras é um princípio que conflitua com os valores universais que nos regem.

 

4. O sofrimento humano é uma realidade do percurso pessoal, que pode atingir formas devastadoras, é verdade. Mas o próprio respeito devido ao sofrimento dos outros e ao nosso deve fazer-nos considerar duas coisas: 1) que temos de recorrer aos instrumentos médicos e paliativos ao nosso alcance para minorar a dor; 2) que temos de reconhecer que o sofrimento é vivido de modo diferente quando é acompanhado com amor e agrava-se quando é abandonado à solidão. É fundamental dizer, por palavras e gestos, que “nenhum homem é uma ilha”.

 

5. Recordo o que me contou, emocionada, uma voluntária que trabalha há anos numa unidade oncológica: “O que me faz mais impressão é o número de pessoas que morrem completamente sós.” Devia-nos impressionar a todos a desproteção familiar e social que tantos dos nossos contemporâneos experimentam precisamente na hora em que se deveriam sentir sustentados pela presença e pelo amor dos seus. A solução não é avançar para medidas extremas como a eutanásia, mas inspirar modelos de maior coesão, favorecendo práticas solidárias em vez de deixar correr a indiferença e o descarte.

 

6. Por trás da vontade de morrer subjaz sempre uma vontade ainda maior de viver, que não podemos não ouvir. Claro que a vida dá trabalho. Que o serviço à vida frágil, à vida na sua nudez implica muitos sacrifícios e uma dedicação que parece maior do que as nossas forças. Mas coisa nenhuma é mais elevada do que essa. Talvez em vez dos heróis que sonambulamente festejamos, as nossas sociedades deveriam colocar os olhos no verdadeiro heroísmo: o heroísmo daqueles que enfrentam o caminho do sofrimento; o heroísmo daqueles que se dedicam ao cuidado dos outros como testemunhas de um amor incondicional.

 

7. As nossas sociedades têm de se perguntar se já fizeram tudo o que podiam fazer para promover e amparar a vida, sobretudo a daqueles que são mais frágeis.

 

8. Os paradigmas de felicidade da sociedade de consumo são paraísos artificiais talhados à medida do indivíduo, que passa a preocupar-se apenas por si mesmo e que se apresenta como o seu começo e o seu fim. Em nome dessa felicidade assiste-se facilmente ao triunfo do egoísmo. Porém, a pergunta ancestral “onde está o teu irmão?” será sempre um limiar inescusável na construção da felicidade autêntica.

 

9. Àqueles que, movidos pelos melhores sentimentos, veem na eutanásia um passo em frente da nossa civilização recomendo a leitura do conto de James Salter intitulado “A Última Noite” (Porto Editora, 2016). Tem razão quem escreveu que a literatura é uma lente para olhar o humano.

 

10. Diga-se o que se disser, a vida é a coisa mais bela.

 

 

Card. TOLENTINO MENDONÇA, in Expresso – Revista, n.º 2467 - 8.02.2020, p. 98.

 

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Formação UCP | NOVAS LINGUAGENS CURRICULARES

  • Publicado em terça-feira, 28 janeiro 2020 23:41
  • Escrito por SDEIE
  • Acessos: 339

"Com a recente publicação de diversos diplomas e documentos de referência curricular – redefinição do Currículo do Ensino Básico e Secundário, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Educação Inclusiva e Projetos de Autonomia e Flexibilidade Curricular – urge a necessidade dos docentes repensarem a sua prática letiva e concretizarem a conceção e produção de materiais didáticos que corporizem os novos paradigmas curriculares, em articulação com as Aprendizagens Essenciais de EMRC, enquanto referência curricular para a lecionação desta Disciplina."

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Assim se inicia a descrição do programa de formação, a ministrar na UCP

sobre os Elementos para a conceção de materiais didáticos de EMRC à luz das novas linguagens curriculares.

É uma formação não conferente de grau, mas importante para uma nova abordagem à linguagem curricular.

E porque a formação nunca é demais... deixamos o desafio a todos os professores de EMRC!

Inscreva-se aqui.

 

INFORMAÇÕES PARA O CONCURSO DE DOCENTES 2020/2021

  • Publicado em quarta-feira, 22 janeiro 2020 23:14
  • Escrito por SDEIE
  • Acessos: 505

Caros Professores, 

O SDEIE-Porto deu já início aos procedimentos

para a obtenção da declaração de concordância

para lecionação de EMRC, no ano letivo 2020/2021, 

até dia 31 de janeiro de 2020.

Cada docente deverá cumprir escrupulosamente

os mesmos para garantir uma candidatura em conformidade.

Assim, podem aceder ao menu, no separador "Concursos" e "Procedimentos",

onde encontram toda a informação e documentação necessária.

 

Em caso de dúvida ou dificuldade, podem contactar o SDEIE pelos meios divulgados.

Obrigado a todos!

 

concursos

 

Formação de professores de EMRC 2020

  • Publicado em domingo, 19 janeiro 2020 22:36
  • Escrito por SDEIE
  • Acessos: 375

No passado sábado, dia 18 de janeiro, 

a Casa Diocesana de Vilar acolheu

mais um encontro de formação para os docentes de EMRC.

Foram vários os intervenientes e de grande importância

os assuntos refletidos e discutidos.

Leia aqui, a notícia sobre o encontro,

publicada pela EDUCRIS.

 

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