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O VÍRUS DEIXARÁ UMA ESCOLA DESIGUAL?

  • Publicado em segunda-feira, 18 maio 2020 10:55
  • Escrito por SDEIE
  • Acessos: 422

O vírus deixará uma escola – não só uma economia – mais desigual!

 

O que aprendemos nestes dois meses sobre o trabalho e sobre a escola? As coisas positivas estão à vista de todos, e não são poucas.

Descobrir que muitas coisas que antes fazíamos apenas “em presença” podem fazer-se também desde casa foi emocionante e encorajador.

O “smart working” alargou as nossas oportunidades, enriqueceu o nosso enquadramento de oferta laboral,

reduziu a poluição e o trânsito de que não temos, seguramente, nostalgia alguma.

Falámos e ligámo-nos com pessoas distantes a quem nunca teríamos chegado sem estes novos instrumentos.

Ao contrário, dos limites e dos danos destas inovações tem-se falado menos.

O primeiro deles tem a ver com a relação entre o ensino à distância e a desigualdade.

Quem, como eu, está a dar muitas aulas pela internet, recorrendo também às plataformas mais evoluídas,

deu-se conta de que os estudantes mais aptos e motivados participam e aprendam,

mas os menos motivados e com problemas anteriores de aprendizagem manifestam muitas dificuldades.

É muito difícil compreender, desde casa, o que acontece por trás de um ecrã com câmara desativada porque, dizem, «não funciona».

Na sala de aula, um docente atento observa, compreende, motiva, incita;

fazer tudo isto pela internet, sobretudo com aulas numerosas, é muito, muito mais difícil.

Para não falar das crianças e jovens filhos de imigrantes de primeira geração,

que após estes meses arriscam-se seriamente a regredir no conhecimento da língua do país de acolhimento.

O vírus deixará uma escola – não só uma economia – mais desigual; e esta é, verdadeiramente, uma péssima notícia,

porque as desigualdades na infância e na adolescência multiplicam-se na vida adulta.

Sobre os jovens em “lockdown” há ainda muito a dizer.

Ficámos todos surpreendidos positivamente pela forma como resistiram à clausura doméstica.

Foram mais virtuosos do que, quase todos, pensávamos ao início. E temos de lhe estar muito gratos.

Mas, se quisermos também ser honestos (e um pouco “politicamente incorretos”),

sabemos que há igualmente um lado menos luminoso da medalha.

Os jovens resistiram em casa também porque grande parte deles já estavam confinados ao quarto bem antes da pandemia.

Desde há anos que os nossos adolescentes (e agora também as crianças) renunciaram a muitas horas ao ar livre

e às brincadeiras comunitárias “em presença” porque foram demasiadamente seduzidos e encantados pelos telemóveis

e os seus maravilhosos passatempos solitários.

Estavam desde há muito bem nos seus quartos sozinhos, e assim sofreram menos pela falta da brincadeira com os amigos.

Brincavam já muito pouco juntos, após a escola, e continuaram a não brincar.

“Encontravam-se” já dentro das suas máquinas e continuaram a encontrar-se assim.

Há vinte anos teriam sofrido muito mais por não poderem sair de casa, porque o espaço das brincadeiras estava do lado de fora,

porque o sonho dos sonhos era brincar com os amigos.

No século XX gerámos milagres económicos e civis porque aprendemos a cooperar jogando juntos,

muitas horas todos os dias, e depois “continuámos a jogar” trabalhando em conjunto.

A luta diária dos pais para tentar reduzir o número de horas que os filhos

passam agarrados aos telemóveis relaxou-se,necessariamente, muito durante a pandemia.

Também por este motivo o encerramento da escola é um facto grave,

ainda que necessário, porque era a principal (por vezes quase a única) atividade verdadeiramente social e comunitária dos nossos jovens;

fechando-a, perdemos formação e aprendizagem, mas perdemos também aptidões relacionais e comunitárias.

Quando este estado de exceção terminar, será ainda mais difícil fazer sair muitos jovens dos seus quartos – já estamos a vê-lo.

A didática pela internet, apesar de todos os esforços, está a aumentar o confinamento solitário dos nossos filhos.

E depois há o “smart working” dos adultos.

Após o entusiasmo pelos primeiros “webinar”, nas últimas semanas estamos a compreender que estas plataformas de trabalho

pela internet funcionam bem para tarefas individuais, para reuniões de rotina, mas funcional pouco e mal para reuniões

onde é preciso encontrar soluções novas, para aquelas que têm de gerir situações verdadeiramente complexas e complicadas.

Numa palavra, funcionam pouco e mal para ativar as funções mais qualificadas da inteligência coletiva,

indispensável para criar alguma coisa de valor em conjunto.

A criatividade é o grande tema no centro do trabalho pela internet.

Quando a interação ocorre em presença, as expressões, as cambiantes do rosto e o tom da voz,

as linguagens faciais e do corpo, as palavras não ditas tornam-se os “inputs” essenciais

para que os outros membros da equipa possam relançar, corrigir, contradizer, desenvolver.

E daí partem as dinâmicas maravilhosas, e raras, da ação coletiva geradora.

Algumas dimensões da inteligência coletiva alimentam-se prevalentemente do corpo.

É a corporeidade o grande tema no centro destas mudanças.

Na estagnação forçada compreendemos, antes de tudo, que maltratámos o corpo, que corremos em demasia,

que respeitámos pouco a necessária alternância entre vida externa e vida doméstica – estando muito em casa, vimos o quão pouco lá estivemos.

Depois aprendemos que a presença do corpo é mais complexa do que pensávamos em 2019,

e que em certos encontros pode estar-se presente verdadeiramente ainda que estejamos fisicamente distantes.

E talvez um dia cheguemos a máquinas tão complexas que nos façam sentir, a partir de casa, quase como se estivéssemos presente com o corpo.

Mas também aprendemos que para certas interações criativas os afagos nas costas, o aperto de mão,

a refeição em conjunto, o abraço, são ingredientes insubstituíveis.

Descobrimo-nos analfabetos na arte das relações pela internet. Durante milénios empenhámo-nos em dar vida à gramática das relações sociais;

em dois meses achámo-nos num mundo diferente, sem nenhuma preparação emotiva, simbólica, relacional – como se evitam os conflitos no Zoom?

Como se resolvem? Como se comunicam alma e espírito? Até agora seguimos o instinto, mas nem sempre funcionou bem.

Não é por isso difícil imaginar que se após a pandemia aumentarem as reuniões remotas (e aumentarão), a nossa capacidade criativa será a mais penalizada.

Por fim, na vida social das organizações, muitas coisas verdadeiramente importantes acontecem como efeitos colaterais das reuniões oficiais.

Todos somos testemunhas de ideias essenciais e decisões geniais que ocorreram durante os intervalos,

enquanto se tomava um café, ou se voltava ao escritório em conjunto dentro de um automóvel.

Há muita “vida” que acontece onde e quando pela nossa intencionalidade organizativa não deveria acontecer.

Toda esta “beleza colateral” não se vê via Zoom.

Não o esqueçamos, até que tenhamos ainda viva a memória de como era o mundo pré-Covid.

 

 

Adaptação SDEIE

Notícia na versão original:  https://www.snpcultura.org/o_que_nao_se_ve_nem_acontece_no_teletrabalho.html

 

lockdown Easy

 

 

 

 

 

VOLTAREMOS!

  • Publicado em sexta-feira, 15 maio 2020 22:57
  • Escrito por SDEIE
  • Acessos: 373

 

Na impossibilidade de nos encontrarmos hoje, dia 15 de maio, 

no nosso encontro anual da disciplina de EMRC, 

deixamos um pequeno vídeo do artista convidado - DJ Kalash,

que é mais uma voz de esperança de que

ultrapassaremos esta fase e voltaremos melhores.

 

"Tu precisas da EMRC e a EMRC precisa de ti!"

 

 

 

kalash2     Positive vibes EMRCPORTO 31 03 2020

foto @kalashdeejay

O «lugar da EMRC na estratégia nacional da Cidadania»

  • Publicado em segunda-feira, 11 maio 2020 16:04
  • Escrito por SDEIE
  • Acessos: 429

«A Universidade Católica Portuguesa (UCP), através da Faculdade de Teologia, inicia sábado, dia 16 de maio,

uma formação online para os docentes do grupo 290 (Educação Moral e Religiosa Católica)

se quer aprofundar «O lugar da EMRC na Estratégia de Educação para a Cidadania da Escola». 

 

A disciplina de EMRC, presente no currículo dos alunos em todos os ciclos de ensino e no ensino secundário,

pretende desenvolver aprendizagens com conteúdos relacionados com os domínios

da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania.

Para Luís Gonçalves, docente de EMRC que integrou o grupo de trabalho que propõs (EC) a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania,

é vital "desmistificar " a Estratégia da Educação para a Cidadania" da própria disciplina de Cidadania e Desenvolvimento". 

"Na Estratégia da Escola para esta àrea da cidadania todas as disciplinas devem ser chamadas a participar.

A EMRC está presente na escola e as suas Aprendizagens Essenciais

contém muitos pontos de contacto com os domínios da Estratégia de EC".

Para o também formador da UCP a formação surge "não tanto para apresentar conteúdos"

mas para os "trabalhar de forma articulada e de modo interdisciplinar,

contribuindo para o sucesso da Estratégia".

 

Sendo as duas áreas coincidentes em vários conteúdos,

e tendo a Cidadania de ser promovida numa “lógica de whole-school approach”

torna-se importante “dotar os professores/as do grupo disciplinar 290

para o trabalho em metodologia de projeto, em articulação interdisciplinar”.

 

Tal como noutras iniciativas anteriores, e recordamos a Educação Cívica

ou o Estudo Acompanhado e a própria Área de Projeto,

Luís Gonçalves acredita que o docente de EMRC reúne competências,

a vários níveis, que o tornam um agente vital na aplicação da estratégia".

 

"Sozinhos vamos mais rápidos, juntos vamos mais longe.

E a EMRC pode ajudar a alargar esta EC a mais alunos

promovendo dinâmicas de congregação de vontades e àreas do saber".

 

As sessões síncronas decorrem a 16,19,23 e 30 de maio

e terminam com a realização de um produto final que mobilize as competências adquiridas.

Para os docentes de EMRC pertencentes ao agrupamento 290 esta ação de formação é apoiada

pelos Secretariados Diocesanos de Educação Cristã das dioceses de Porto, Vila Real e Aveiro,

e pela Fundação Secretariado Nacional de Educação Cristã.»

 

 

Notícia Educris (11.05.2020)

Para mais informações e inscrições, clique aqui.

 

 

nick

Positive vibes EMRCPORTO 31 03 2020

 

GENERAL E PROFESSOR COVID-19

  • Publicado em quinta-feira, 30 abril 2020 13:47
  • Escrito por SDEIE
  • Acessos: 339

 

«O professor de que falo tem o estatuto de general. Está a comandar a Primeira Guerra Mundial.

É certo que no século XX houve duas, assim chamadas “Guerras Mundiais”.

Mas nelas estiveram envolvidas apenas cerca de meia centena de nações.

Nesta, de facto, Primeira Guerra Mundial, estão implicadas todas as nações dos cinco continentes.

É uma guerra planetária. Todas as nações combatem um inimigo comum,

uma espécie de guerreiros extraterrestres, extremamente bem disfarçados que,

ao jeito dos filmes de ficção, invadem palácios e bairros de lata,

dizimam vidas de banqueiros e governantes,

com a mesma facilidade com que fazem desaparecer o povo simples e profissionais de saúde.

Ninguém viu o rosto deste exército de dráculas, pois, ao jeito do polvo,

lançam os seus tentáculos tentando envenenar tudo e todos.

Chamam-lhe “Coronavírus”, dando-lhe importância real; ou mais prosaicamente “Covid-19”.

Mas nunca ninguém o viu olhar para trás, respondendo à chamada e mostrando o seu rosto.

Não vou ampliar as considerações sobre este general comandante chefe de um exército

que está a invadir todos os territórios sobre a face da Terra.

Também não vou falar do medo e angústia por que estão passando as populações atingidas,

muitas vezes morrendo na solidão e sepultadas sem despedidas nem luto.

Quero pôr em evidência algumas sábias lições que este professor general, terrível e implacável, nos está oferecendo.

Dele devemos aprender, seguindo a exortação de Cristo a nos deixarmos ensinar pelas lições de todos, até do administrador infiel.

 

Só somos grandes aceitando a nossa pequenez

A ciência tem avançado espantosamente. Os progressos tecnológicos parecem ultrapassar a nossa imaginação.

Cientistas e laboratórios dão a impressão de criar remédios para todas as doenças.

As nossas mil previdências parecem poder substituir, com vantagem, a confiança na Providência.

A omnipotência divina parece esvaziar-se com a grandeza do “Homem Deus”.

Surge um novo grito concorrencial: “Quem como o Homem?!”

Estamos a ser ensinados que somos muito pequenos, por mais ricos, poderosos e sábios que sejamos.

O esplendor da nossa verdadeira grandeza é quando aceitamos, com humilde realismo, a nossa pequenez.

Alardear virtude ou ciência, poder ou glória, é um exercício de ficção enganadora.

Dêmos ouvidos ao Coronavírus, implacável mestre, que quer ensinar-nos a verdade:

– Mulher ou Homem, sois todos extremamente vulneráveis e mortais!

Acordai dos vossos sonhos de grandeza!

A vossa real grandeza verifica-se quando aceitais o desafio evangélico:

os poderosos serão derrubados de seus tronos e os humildes serão exaltados.

Só é grande quem aceita a sua pequenez. Com amor e humor.

 

A solidariedade fraterna não é um luxo opcional. É uma obrigação universal

Está a cumprir-se o esperançoso ditado popular: “Não há mal que não venha por bem”.

Temos sido despertados da letargia egoísta: “Cada um cuide de si mesmo”, ou “Salve-se quem puder”,

em favor de um grito de fraterna cumplicidade: “Para eu estar bem, preciso de ajudar-te a ti, para que fiques um pouco melhor”.

O vírus do egoísmo envenena o amor e a fraternidade.

Precisamos de nos robustecer com as vitaminas da caridade, defendendo-nos com o antivírus da solicitude fraterna.

Coronavírus, mestre de verdades como uma espada de dois gumes, avisa-nos:

– Escolhei entre viver a morrer, centrados no espelho do vosso egoísmo,

ou então viver a multiplicar gestos de solidariedade que dão vida a quem passa mal.

Recordo-vos a chamada de atenção do Papa Francisco,

naquela inesquecível celebração na Praça de São Pedro em Roma,

com chuva e sozinho, em companhia à solidão de tantos: “Vamos todos no mesmo barco”;

somos os primeiros beneficiados do bem que fazemos aos outros!

 

Seguro realmente seguro só o seguro da confiança

O vírus que circula pelo mundo, parece que à velocidade da luz, é um mal físico,

mas que afeta o nosso psiquismo, o nosso modo de nos relacionarmos.

Anda no ar a pandemia do medo, o vírus da ansiedade, a distância social da desconfiança...

O nosso orgulho de falsos omnipotentes foi agitado por um terramoto que abalou

até aos alicerces a nossa estabilidade emocional, as nossas certezas e seguranças.

A mensagem que nos dirige o professor Coronavírus é tão dura quanto sábia:

– Viveis num mundo em que há seguros para tudo, mas vejo-vos tremendamente inseguros.

Não vos dão estabilidade e paz os números desmedidos das vossas contas bancárias,

os altos cargos, vossos luxos e superior estatuto social.

Viveis numa correria insaciável, sem tempo e vagar para aqueles que amais e deveis servir.

Aprendei que o vosso veloz veículo precisa de travões e de um volante mais pacífico.

Desterrai o medo e fazei o seguro da confiança no Criador providente e na amizade fraterna.

 

A Terra, nossa casa comum, precisa de respirar o ar puro da fraternidade

O consumo desregrado é uma consumição para todos, especialmente para os pobres,

que procuram sobreviver no meio das montanhas do lixo que produzimos.

A avidez do lucro afoga os indigentes nos rios da poluição,

obrigando os poderosos a criar ilhas de luxo,

de costas voltadas para a Terra original e para o seu Criador.

O Coronavírus adverte-nos, gritando às nossas consciências:

– Eu sou o vírus maligno que vós produzistes no laboratório da exploração desenfreada das fontes de energia,

nas montanhosas lixeiras dos vossos desperdícios, nos lençóis de águas contaminadas,

nos bancos e mesas dos que têm tudo à custa da miséria dos que não têm sequer o pão nosso de cada dia.

Deixai a Terra e seus habitantes respirar o oxigénio da partilha fraterna.

Ninguém é dono do mundo e da Terra.

A todos se exige que sejam seus generosos administradores.

 

O implacável professor Coronavírus quer dar-nos sábias lições.

Combatamo-lo com todas as medidas de prevenção e prudência, de higiene e distância social.

Mas ouçamos as lições que nos grita, para que venhamos a ser melhores do que éramos antes.

Aproveitemos esta ocasião única de crescimento pessoal, familiar, comunitário, eclesial, social.

Termino com uma recente mensagem do Papa Francisco:

“Esta pandemia recorda-nos que não existem diferenças nem fronteiras entre os que sofrem.

Somos todos frágeis, iguais e preciosos.

Que mexa connosco: é tempo de remover as desigualdades,

sanar a injustiça que mina pela raiz a saúde da humanidade inteira!”»

 

Manuel Morujão, sj

Artigo de opinião: Blogue | Site Rede Mundial de Oração do Papa (Portugal)

 

 

pexels photo 936175

 Fotografia de Nadine.

 

Positive vibes EMRCPORTO 31 03 2020

 

Agradecimentos | Partilhas e Informações

  • Publicado em domingo, 26 abril 2020 15:26
  • Escrito por SDEIE
  • Acessos: 314

 

Car@s Professores:

Embora já o tenhamos feito por e-mail e de maneira mais pessoal a cada um,

queremos, de forma pública, dar nota do elogio do primeiro-ministro aos professores que “estão a desenvolver um esforço enorme”.

“Houve uma capacidade extraordinária de reinventar a forma de a escola continuar, de o ensino continuar

e de a aprendizagem continuar apesar de a escola estar fisicamente fechada, e os professores fizeram um pouco de tudo”.

 Acrescentamos nós muito obrigado pelo vosso enorme empenho e esforço!

Vencer o impacto do coronavírus continua a ser uma prioridade, mas não podemos esquecer outras fragilidades. 

Temos de continuar a agir de forma decisiva e responsável para proteger nosso planeta, tanto do coronavírus quanto das ameaças à nossa Casa Comum. 

Com a proximidade do quinto aniversário da Encíclica “Laudato Si”, de 16 a 24 de maio, 

Papa Francisco deixou esta mensagem: “Renovo o meu apelo urgente por uma resposta à crise ecológica. O grito da terra e o grito dos pobres não aguentam mais".

 Neste seguimento, deixamos três recursos que podem ser muito uteis para este objetivo.

Começamos por sugerir que consulte e explore o site da Semana Laudato Si’

Desafiamos o professor ou o grupo de cada escola a encontrar uma ação ou um gesto simbólico apropriado

para a Semana da Casa Comum e a convidar os seus alunos e respetiva família a participar neste movimento. 

Todas as ações são bem-vindas!  Se quiser partilhar connosco o seu trabalho, é com muito gosto que o divulgamos.

No vídeo que divulgamos, o Papa Francisco convoca-nos para cuidarmos da criação de Deus.

https://laudatosiweek.org/pt/2020/03/02/pope-francis-invites-us-to-laudato-si-week-pt/

 

Neste âmbito, o secretário-geral da ONU, António Guterres, propôs à comunidade internacional seis ações para salvar o planeta, numa mensagem para assinalar o Dia da Terra.

https://www.youtube.com/watch?time_continue=136&v=WU1NGy1_ZT4&feature=emb_logo

 

No Dia Mundial da Terra, 22 de abril, José Alberto Carvalho abriu o Jornal das 8 na TVI com o suspiro do nosso planeta.

https://www.facebook.com/tvi24/videos/no-dia-mundial-da-terra-jos%C3%A9-alberto-carvalho-abriu-o-jornal-das-8-com-o-suspiro/553963608591505/

 

Na próxima semana, de 26 de abril 3 de maio, a Igreja celebra a 57ª Semana de Oração pelas Vocações Consagradas.

Na página da nossa diocese estão disponíveis os subsídios para esta iniciativa. 

Nestes recursos salientamos os 4 filmes sugeridos no ficheiro Filmes- Word, dos recursos disponibilizados:

Proposta 1- A Bailarina (2017); 

Proposta 2 - The Straight Story (1999); 

Proposta 3 – UP(2009);

Proposta 4 - O Herói de Hacksaw Ridg (2016).

Podem ser sugestões de filmes para ver em família e conversarem sobre a vocação como uma meta onde estará sempre tudo por começar.

Nós o SDEIE, como combinado, continuamos na nossa página EMRC Porto… o nosso Mural positivo. Visitem e esperamos ser-vos úteis! 

Reafirmamos que não se iniba - Peça ajuda e ofereça ajuda. Ninguém pode ficar parado!

 

Bom trabalho a todos!

 

Positive vibes EMRCPORTO 31 03 2020